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Casa do Povo, Carrazeda-Linhares
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Dossiê / processo · nível 5·PT FIMS AMF-02-01-01-0018·1963-1966·2 descrições abaixo, 2 com objeto digital
Neste dossiê 2 descrições
1Identificação
- Dimensão e suporte1.5
Peças desenhadas: 3 peças desenhadas.
Peças escritas: 1 pasta.
2Contextualização
3Conteúdo e estrutura
- Âmbito e conteúdo3.1
Documentos relativos ao processo de obra Casa do Povo, Carrazeda-Linhares, com o número de obra 0018. O processo de obra é composto por peças desenhadas.
* #####**Dados sobre a obra**
* **Autor:** Alfredo Matos Ferreira, António Menéres
* **Estado da obra:** não construída
* **Localização:** Carrazeda de Ansiães, Linhares
* **Requerente:**
* **Tipo de construção:** equipamento social
* **Data do projeto:** 1963
4Condições de acesso e uso
- Condições de acesso4.1
O acesso à informação poderá ser feito nas instalações da FIMS, mediante marcação prévia e sujeito ao horário de funcionamento da instituição.
herdado de Fundo: Alfredo Matos Ferreira- Condições de reprodução4.2
A reprodução dos documentos encontra-se sujeita a algumas restrições tendo em conta o seu tipo, o seu estado de conservação ou o fim a que se destina e carece sempre de autorização prévia da FIMS, enquadrando-se no *[Regulamento interno de reprodução de documentos](http://fims.up.pt/index.php?cat=19)*. Está, ainda, sujeita à legislação sobre direitos de autor e direitos conexos.
herdado de Fundo: Alfredo Matos Ferreira
5Fontes relacionadas
- Existência e localização dos originais5.1
Fundação Instituto Arquitecto José Marques da Silva.
- Existência e localização de cópias5.2
Cópias digitais disponíveis para consulta presencial na FIMS.
8Pontos de acesso
- Assuntos8.1
- Lugares8.1
9No repositório de origem
- Descrição no repositório de origem
História administrativa / biografia 2.2Alfredo Matos Ferreira, Sala 35 — Em 1952, no centro do Porto, na praça da Liberdade, seis caloiros, Alberto Neves, Alfredo Matos Ferreira, Álvaro Siza, A…
Do produtor Alfredo Matos Ferreira, Sala 35, herdado do nível superior.
Em 1952, no centro do Porto, na praça da Liberdade, seis caloiros, Alberto Neves, Alfredo Matos Ferreira, Álvaro Siza, António Menéres, Joaquim Sampaio e Vasco Macieira Mendes, mais tarde Luís Botelho Dias, constituíram escritório na sala 35, do atual edifício Imperial; em 1968 mudam-se para a rua Duque da Terceira; partilhando o espaço, mantendo, no entanto, cada um a sua autonomia profissional.

