• Reconversão urbana e agrícola: [desenho de estudo]

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Item documental · nível 6PT FIMS AMF-02-01-02-0013-pd0001[1961]Imagem no repositório de origem ↗

Documento

1Identificação

Dimensão e suporte1.5

Caneta tinta, caneta feltro sobre papel vegetal; 50,1x74,6 cm.

2Contextualização

3Conteúdo e estrutura

Âmbito e conteúdo3.1

Peça desenhada relativa ao processo de obra Reconversão urbana e agrícola, com o número de obra 0013 .
Dados sobre a obra

Autor: Alfredo Matos Ferreira
Estado da obra: não realizada
Localização: Urros, Moncorvo
Requerente:
Tipo de construção: estudo reconversão urbana
Data do projeto: 1961

4Condições de acesso e uso

Condições de acesso4.1

O acesso à informação poderá ser feito nas instalações da FIMS, mediante marcação prévia e sujeito ao horário de funcionamento da instituição.

herdado de Fundo: Alfredo Matos Ferreira
Condições de reprodução4.2

A reprodução dos documentos encontra-se sujeita a algumas restrições tendo em conta o seu tipo, o seu estado de conservação ou o fim a que se destina e carece sempre de autorização prévia da FIMS, enquadrando-se no *[Regulamento interno de reprodução de documentos](http://fims.up.pt/index.php?cat=19)*. Está, ainda, sujeita à legislação sobre direitos de autor e direitos conexos.

herdado de Fundo: Alfredo Matos Ferreira

5Fontes relacionadas

Existência e localização dos originais5.1

Fundação Instituto Arquitecto José Marques da Silva.

Existência e localização de cópias5.2

Cópia digital disponível para consulta presencial na FIMS.

8Pontos de acesso

9No repositório de origem

Descrição no repositório de origem
Objeto digital no repositório de origem
História administrativa / biografia 2.2Alfredo Matos Ferreira, Sala 35 — Em 1952, no centro do Porto, na praça da Liberdade, seis caloiros, Alberto Neves, Alfredo Matos Ferreira, Álvaro Siza, A…

Do produtor Alfredo Matos Ferreira, Sala 35, herdado do nível superior.

Em 1952, no centro do Porto, na praça da Liberdade, seis caloiros, Alberto Neves, Alfredo Matos Ferreira, Álvaro Siza, António Menéres, Joaquim Sampaio e Vasco Macieira Mendes, mais tarde Luís Botelho Dias, constituíram escritório na sala 35, do atual edifício Imperial; em 1968 mudam-se para a rua Duque da Terceira; partilhando o espaço, mantendo, no entanto, cada um a sua autonomia profissional.