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Reutilização do Antigo Hospital Distrital de Viana do Castelo
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Dossiê / processo · nível 5·PT FIMS AS-1-1.1-001-0068·1985-1987·16 descrições abaixo, 16 com objeto digital
Neste dossiê 16 descrições
1Identificação
- Dimensão e suporte1.5
25 peças desenhadas;
1 u.i. de peça escrita
2Contextualização
- Entidade custodiadora
- Fundação Instituto Arquitecto José Marques da Silva herdado de Fundo: Alcino Soutinho
3Conteúdo e estrutura
- Âmbito e conteúdo3.1
Documentos relativos ao processo de obra de readaptação do Antigo Hospital Distrital de Viana do Castelo, com o número de obra 68.
O processo de obra é composto pelos seguintes documentos: 25 peças desenhadas, 1 u.i. com peças desenhadas, memória descritiva, estimativa orçamental; correspondência, fotografias, documentação diversa relativa à reutilização do antigo hospital distrital de Viana do Castelo a Escola Superior de design (obra 154)Dados sobre a obra
Responsável: Arq. Alcino Soutinho
Estado da obra: Construída
Localização: Viana do Castelo
Tipo de construção:Adaptação de edifício
4Condições de acesso e uso
- Condições de acesso4.1
A disponibilização online encontra-se em fase de preparação. O acesso à informação poderá ser feita nas instalações da FIMS, mediante marcação prévia e sujeito ao horário de funcionamento da instituição.
herdado de Fundo: Alcino Soutinho- Condições de reprodução4.2
A reprodução dos documentos encontra-se sujeita a algumas restrições tendo em conta o seu tipo, o seu estado de conservação ou o fim a que se destina e carece sempre de autorização prévia da FIMS, enquadrando-se no _[Regulamento interno de reprodução de documentos](http://fims.up.pt/index.php?cat=19)_. Está, ainda, sujeita à legislação sobre direitos de autor e direitos conexos.
herdado de Fundo: Alcino Soutinho
6Notas
- Notas gerais6.2
Em 1986, Soutinho, juntamente com Luís Casal e Vítor Carvalho, concebe o projeto de Reutilização do Antigo Hospital Distrital de Viana do Castelo, no seguimento do primeiro lugar do concurso público. Este projeto visava o reordenamento do interior do quarteirão, onde o Hospital se insere, propondo que o edifício se transformasse num equipamento propulsor e dinamizador da cidade através da atribuição de um novo significado cívico-cultural ao edifício.
A proposta apresentada decorre da transferência dos serviços hospitalares do edifício da Santa Casa da Misericórdia de Viana do Castelo para o Novo Hospital Distrital, deixando em aberto a necessidade e o problema de reutilização das suas antigas instalações.
Dada a importância do edifico a nível histórico e arquitetónico é essencial criar condições de acolhimento dos serviços da Santa Casa da Misericórdia.
A solução apresentada consagra, então, dialeticamente os dois princípios fundamentais que, inevitavelmente, são ponderados nas intervenções em edifícios com acentuada carga histórica- adição carismática ao contexto físico da preexistência, e projecto difuso conduzido como recomposição do ambiente igualmente preexistente.
8Pontos de acesso
- Assuntos8.1
- Lugares8.1
9No repositório de origem
- Descrição no repositório de origem
História administrativa / biografia 2.2Alcino Soutinho, Arquitecto — Alcino Soutinho iniciou a sua atividade de arquiteto em regime de profissão liberal em 1958. Teve vários escritórios, co…
Do produtor Alcino Soutinho, Arquitecto, herdado do nível superior.
Alcino Soutinho iniciou a sua atividade de arquiteto em regime de profissão liberal em 1958. Teve vários escritórios, constituídos sem formalismos legais, onde exerceu a prática da arquitetura. Durante a sua vida profissional destacam-se duas fases: numa primeira fase, a profissão foi exercida com vários sócios sem qualquer formalismo; numa segunda fase, em 1993, associa-se à sua filha no escritório que se designa por “Alcino Soutinho Arquitecto Lda.”
Cronologicamente, podemos referir as seguintes fases, enquanto arquitecto em regime liberal:
1ª Escritório com o arquiteto Octávio Lixa Filgueiras na Praça de Filipa de Lencastre, no Edifício do Hotel Infante de Sagres
2ª Escritório com Pedro Ramalho e Sérgio Fernandes, na Rua do Barão de S. Cosme, no início dos anos 60; depois mudam-se para a Rua Marques da Silva. Os trabalhos dos arquitetos começam a separar-se;
3ª Escritório com Rolando Torgo, nos fins dos anos 60 até 1973, na rua de D. Hugo;
4ª Escritório, de 1973 até 1993, escritório na Rua Carlos Malheiro Dias nº 283 r/c Direito;
Ao longo da sua vida profissional projetou mais de 200 obras.















